Corrida Track & Field Run Series Floripa 2017: DESCONTO

CORRIDA TRACK & FIELD RUN SERIES FLORIANÓPOLIS 2017 COM

DESCONTO NA INSCRIÇÃO NO BLOG DE CORRIDA! VIRADA DE LOTE 25/06/17atletas largada corrida TFRS florianopolis

Essa corrida é um evento que prima pela organização e a participação de uma galera com bom astral. O grau de dificuldade não é alto, o de felicidade sim. O objetivo é integrar um bom número de corredores com conforto na prática do esporte. Já participei em 2016 e confirmei minha presença novamente para este ano nesta ótima corrida de rua. Vamos nessa! Bora correr juntos?

Saiba mais SOBRE A CORRIDA:

O Track&Field Run Series é o maior circuito de corridas de rua da América Latina. São mais de 60 etapas em 20 estados, espalhadas por mais de 40 cidades. Graças ao sucesso atingido em 2016 o circuito aumentará e promete ser, novamente, inesquecível em 2017.

As provas contam com percursos de corrida e caminhada, que variam entre 4km, 5km, 6km, 10 km, 15km e 21km. A inscrição na prova dá direito a um kit exclusivo da grife Track&Field, contendo: uma sacola do evento, uma camiseta Thermodry®, e alguns outros itens da marca nos kits premium e VIP, além de brindes exclusivos de parceiros.

O Circuito Track&Field Run Series se destaca pelo número limitado de corredores por etapa, visando a segurança dos participantes e um percurso mais adequado para aqueles que buscam melhorar sua performance ou se iniciar no mundo da corrida.

equipe assessoria track field run series florianopolis

No dia 16 de julho, o Shopping Iguatemi Florianópolis recebe mais uma etapa do Circuito Track&Field Run Series. Neste ano, os atletas terão disponíveis os percursos de 5km e 10km que passarão pela Av. Madre Benvenuta.

Além disso, diversas atrações estarão disponíveis para os atletas fazendo com que, além da prática da atividade física, o evento proporcione uma experiência de bem-estar e diversão.

Para se inscrever com 10% de desconto use o código DES96401 neste site: inscrição!

Veja como foi a corrida em 2016: TFRS Floripa 2016

Confira também os resultados da TFRS 2017: RESULTADOS

Preconceito, 5 km & Caminhada

Se perguntarem se você é preconceituoso, tenho certeza que dirá que não. A palavra soa até ofensiva. Mas quase todo o ser humano é preconceituoso, pois o pré conceito significa ter uma ideia antecipada de algo. Qualquer coisa que nos falarem iremos tentar imaginar, e visualizar, e ter alguma ideia rascunhada sobre aquilo. Portanto, estaremos formando uma imagem antecipadamente, um preconceito. Dito isso, vou contar aqui alguns preconceitos que tinha e que a vida me ensinou a abandoná-los.

Já corri inúmeras provas, desde as de curta distância até maratonas. Em épocas de treinos para maratonas costumava desdenhar das provas curtas. Não entendia como alguém podia se inscrever para uma prova de 5 km, por exemplo. Nem mesmo de 10 km. Costumava dizer que não tirava o carro-corpo da garagem por menos de 21 km, que aquelas pequenas distâncias eu fazia como treino leve. Porém, depois de fazer várias corridas longas, passei a curtir treinos e provas curtas, sem tempo, sem stress, apenas para manter a saúde. São provas divertidas, em clima de família e confraternização. Em uma delas cheguei a encontrar inclusive um antigo amigo, que não via há anos, e por pouco não ficamos batendo papo durante a prova.

Assim também foi com a caminhada. Tive um problema de saúde e fiquei mais de mês sem poder fazer nada de exercício. O médico recomendou que eu voltasse de leve, e por isso resolvi caminhar. Estou dando boas e longas caminhadas e descobri que, diferente da corrida, a gente pode observar melhor as coisas, as pessoas e descobrir a cidade na caminhada. Tudo passa mais devagar, enquanto o pensamento voa. É fantástico! E eu, que passava correndo por caminhantes e não entendia como alguém se contentava com aquilo, em vez de correr, que considerava muito mais legal?!

Para finalizar, posso dizer que hoje, quebrando esses preconceitos, me sinto mais livre. Posso escolher correr uma maratona, ou meia, ou 5km, ou caminhar… ou, quem sabe, não fazer nada. Preconceito, todo mundo tem, mas trabalhar o preconceito é o que nos liberta. Às vezes, nem é preciso optar. Podemos ficar com todas as alternativas válidas. Na corrida, na caminhada e na vida.

“Minha corrida é movida pelo amor”, por Paula Menezes

Paula Menezes nunca foi fanática por corrida. Considerava, inclusive, o esporte uma opção para quem não tinha habilidade para outros. Em um congresso, nos Estados Unidos, ela conheceu uma equipe de corrida voltada para uma causa da saúde, sua área de atuação. De volta ao Brasil, Paula abraçou com ainda mais força a causa da Hipertensão Pulmonar e se viu às voltas com os preparativos para a sua Ultramaratona de 75 km. A primeira e última, segundo a história de superação que ela mesma conta em “Minha Corrida”, para o Blog de Corrida. Participe! Mande você também a sua história para: blogdecorrida@gmail.com

 

Por Paula Menezes

A prova de 75km foi em outubro e somente agora, em fevereiro, consegui parar e escrever sobre a minha trajetória. Acho que foi tudo tão intenso e desgastante que eu precisava de um tempo para organizar as ideias.

Todos que me acompanham na Abraf sabem da minha entrega a esta causa. Por mais difícil (algumas vezes, quase impossível) que seja conciliar toda a minha rotina, pessoal e profissional, com a Abraf, sempre que me proponho a realizar um projeto da associação, mergulho de cabeça. E, com o Team PHenomenal Hope Brasil, não foi diferente.

A proposta do projeto era uma loucura: treinar 11 meses para conseguir correr 75km. Olhando para trás, com a experiência que tenho hoje em corrida (pouca ainda, mas intensa), por tudo que vivi, li e conversei com outros atletas, entendo que o processo de amadurecimento para alguém se tornar um ultramaratonista leva muito tempo. Certamente, não recomendo a ninguém seguir o atalho e querer, de cara, tornar-se um ultramaratonista. Não é saudável, mental e fisicamente. Como dizem, a ignorância é uma bênção mesmo.

Apesar de nunca ter sido sedentária, a modalidade “corrida”nunca foi meu esporte. De forma preconceituosa, assumo, achava a corrida a opção do ex-gordinho, que nunca se deu bem com bola, do inseguro, que nunca teve grande aptidão para educação física e, de repente, corre mais do que seus amigos, ou do carente, que não tem sempre uma boa programação para sexta à noite, e arruma uma turminha para correr no sábado de manhã. rsrs Não conseguia entender como alguém fazia tanto esforço pela corrida “por prazer”.

E, como nessa vida a gente paga a língua mesmo, em pouco tempo me vi abdicando das sextas-feiras, das festas, dos encontros de amigos, para o quê? Para correr. Eu, particularmente, sou muito disciplinada e focada em tudo que realizo. Não preciso amar algo para me dedicar a realizá-lo. Quando se trata de uma tarefa necessária, eu não me importo se gosto ou não. Simplesmente realizo. E, claro, com a corrida não foi diferente. Nunca gostei de correr, mas, a partir do momento que aceitei o desafio, eu simplesmente corria e entregava o meu treino. Não vou negar que, conforme vai-se evoluindo, você vai pegando gosto. Mas não consigo afirmar que a corrida virou uma paixão, porque, durante o ano todo, eu a tratei como uma obrigação.

Por conta do alto volume de treinos, em pouquíssimo tempo, me lesionei e tive fratura por stress nas tíbias. Algumas vezes a dor era tão forte que não conseguia nem caminhar. Em uma situação normal, sem pressão, eu simplesmente daria um tempo da corrida para o corpo se recuperar. Mas, com o relógio correndo contra mim, com poucos meses de treino, com os “75km martelando na minha cabeça”, dia e noite, todas as vezes que a dor vinha, eu me desesperava, com medo da possibilidade de não evoluir a tempo do grande desafio.

Para resolver as dores e as lesões, me consultei com todos os especialistas possíveis, tomei todos os remédios do mercado e comprei várias bolsas de gelo para as dores do pós-treino. Eu praticamente vivia entre ortopedista, fisioterapeuta e osteopata. Foram muitas, muitas consultas. Houve épocas em que melhorava e praticamente não sentia dor. Aí me empolgava nos treinos e logo machucava de novo. Essa montanha-russa durou quase o ano todo.

Faltando uns 3 meses para o grande desafio, após várias sessões de fisioterapia no Instituto Osmar de Oliveira, eu me sentia bem melhor. Estava criando confiança novamente e muito focada. Eu contava os dias e planejava quantos km eu tinha que evoluir a cada semana. Com o cronograma era curto, não podia falhar.

Já que alegria de lesionada dura pouco, 10 dias antes da prova, em um treino de 4 horas na USP, senti uma dor estranha e muito forte no joelho (como uma faca entrando na lateral do direita). Acho que você pode imaginar o tamanho do meu desespero. A lesão na tíbia eu já havia aprendido a lidar, mas ganhar um problema novo a 10 dias da prova era muito azar.

Fiquei arrasada e corri para o médico, que me diagnosticou com atrito da banda iliotibial. A solução mais rápida? Injeção de corticoide, anti-inflamatório e fisioterapia. Logo eu, que tenho pânico de agulha (nunca havia tomado nenhuma injeção que não fosse vacina até então), tive que encarar essa. Fiquei na porta da farmácia dando voltas várias vezes antes de entrar, mas, por ser algo tão necessário, me rendi à injeção na reta final.

Minha confiança foi derrubada, mas eu tinha que me manter focada. Fui à fisioterapia todos os dias, treinava na bike e, pouco a pouco, comecei a me sentir melhor. Eu até estava ficando confiante de novo quando, 3 dias antes da prova, senti uma dor no mesmo joelho, mas do lado de dentro. Fiquei em pânico, sem acreditar naquilo. Já não dava mais tempo de fazer uma fisioterapia intensa e o meu médico só poderia me atender na outra semana (aí já teria passado a prova).

Sem saber o que fazer, decidi ir para um hospital me consultar com um ortopedista. O diagnóstico foi tendinite da pata de ganso. O médico era super conservador e ficou uns 10 minutos tentando me convencer a não correr os 75km. Ele me deu um certo sermão, enquanto eu tentava não chorar e ser educada com ele. Mas chegou a um ponto que eu precisei ser clara: “Deixa eu te explicar uma coisa. Eu treinei o ano todo para a prova. Eu tenho uma ligação emocional que não vai me deixar desistir disso agora. Você está perdendo o seu tempo. Eu não vim aqui para mudar a minha meta, mas para tomar algo forte que me dê uma sobrevida imediata para a corrida. Se você não me der, eu vou de hospital em hospital até achar alguém que me ajude”.

Tomei outra injeção e ganhei uma receita de um anti-inflamatório mais potente do que o que estava tomando. Voltei para casa muito triste. Prestes a encarar o maior desafio da vida, eu estava com fratura por stress na tíbia, atrito da banda iliotibial e tendinite da pata de ganso.

Por incrível que pareça, no dia da prova, eu até me sentia melhor. Como estava sem treinar já há uns dias, não tinha dores.

A poucos minutos da largada, eu estava muito nervosa. Simplesmente não acreditava em tudo aquilo que tinha realizado até aquele momento, duvidava um pouco do meu preparo e sabia que as próximas horas seriam muito difíceis.

Lembro do Ricardo tentando fazer graça para mim na largada, mas ele mesmo estava apavorado e acabei rindo do seu desespero. Ele sempre me apoiou durante todo o processo. Nossas conversas infinitas à noite na cama me davam força, quando eu chorava e ficava arrasada por sentir tanta dor e ter medo de não conseguir atingir o objetivo. Ele celebrou cada vitória minha: quando, nos treinos, completei 10km, 21km, 42km. Ele embarcou comigo nessa loucura e foi fundamental, em todas as etapas, para eu não desistir. A empolgação dele com os equipamentos, roupas, provas me dava energia e transformava o processo em algo mais leve. Mas, naquele momento, ele também estava abalado, e apenas um abraço e um beijo bastaram para eu me sentir apoiada.

Finalmente a buzina tocou e partimos. De uma hora para outra, entrei na prova, foquei e já não estava mais abalada com o nervosismo. O primeiro trecho era na areia e achei tranquilo. Na sequência, veio a serra de Maresias, que é horrível, íngreme e longa. Porém, como eu já sabia o que esperar, me preparei para isso: sofri bem menos do que imaginei.

Subidas nunca foram o meu forte. Mesmo caminhando, perco o ritmo. A maioria das pessoas subiu a serra caminhando, para se poupar para o resto da prova. Além do mais, chovia bastante e o chão estava escorregadio.

Subi, subi, subi, até que vi, finalmente, uma placa: “verifique os seus freios”. Foi a M-A-I-O-R alegria, pois isso significava que a descida havia chegado. E na descida é só soltar o corpo ladeira abaixo. Recuperei bastante o meu tempo, descendo mais rápido, atenta ao chão escorregadio, mas sem medo de soltar o corpo. Lembro da música que estava tocando no ipod: “Don’t stop me now”, do Queen.

Como alegria de lesionada dura pouco, ao final da descida, quando dei uma freada para fazer a curva em direção ao primeiro PC (posto de controle), senti uma fisgada muito forte no joelho. A sensação era de uma faca entrando pelo lado de fora do joelho cada vez que eu tentava correr. Ou seja, a mesma dor que senti na USP. Era o atrito da banda iliotibial me atormentando novamente.

Por alguns segundos, fiquei totalmente em pânico. Não podia acreditar que a lesão não tinha melhorado. Tudo bem que fazia apenas 10 dias que estava em tratamento, mas eu vinha me sentindo bem melhor. O que eu não havia percebido é que, na verdade, nos últimos 10 dias, eu já vinha diminuindo muito o ritmo de treino (para poupar o corpo para a prova). Então é claro que eu não sentia dores, pois praticamente corria apenas de forma leve ou caminhava.

Ainda faltavam 65km para terminar a prova e eu já sentia uma dor insuportável. Comecei a pensar o que eu poderia fazer para contornar aquilo e lembrei que o médico havia me dito que o causador dessa lesão é o movimento repetitivo de alavanca da perna. Isso aumenta o atrito e causa a lesão. Ele exemplificou: uma pessoa sedentária faz essa alavanca, por exemplo, 200 vezes ao dia. Uma pessoa que treina como eu faz a alavanca 3000 vezes ao dia. É óbvio que o desgaste é maior.

Com essa informação guardada na cabeça, tive a ideia de evitar dobrar o joelho direito, pois, assim, não faria o atrito e não sentiria dor. Dei os primeiros passos com a perna direita reta e apenas alavancando com a esquerda e percebi que a dor amenizava. Pronto, era assim que eu ia correr os próximos 65km, meio torta, ainda com dor, mas, pelo menos, eu não desistiria da prova.

Em se tratando de corpo humano, nem tudo funciona como queremos. Às vezes eu acabava jogando peso na perna machucada, dobrando o joelho e doía muito. Mesmo eu travando a perna na sequência, a dor não passava na hora. E aí comecei a entoar um mantra para me acalmar: “a mente controla o corpo“. Eu repetia sem parar. Não sei se era o mantra ou o corpo, mas a verdade é que, em muitos momentos, eu esquecia da lesão e não sentia nada.

Quando completei 20km, eu comecei a me sentir muito mal do estômago. Era visível que ele estava estufado, pois dava para ver o inchaço pela blusa. Minha barriga começou a inflar e nada digeria. Como minha nutricionista havia dado 2 opções de suplemento com a mesma equivalência de carboidratos (2 bisnaguinhas e meia ou 1 carbogel manipulado de acordo com a minha composição corporal), eu decidi evitar a bisnaguinha e tomar o gel. Assim, me manteria suplementada a cada meia hora como planejado, mas conseguiria diminuir o inchaço até que tudo comido fosse digerido.

Segui tomando o gel, mas, mesmo assim, a barriga e o desconforto só aumentavam. Eu percebia que a comida estava na garganta, sabe? Não sei se essa indigestão foi fruto de nervosismo ou do Imosec que tomei antes da prova, ou dos dois juntos. Só sei que meu corpo não digeria mais nada.

Quando completei 30km, a minha equipe de apoio não me encontrou no PC. Isso significava correr até o km42 sem água e com apenas 1 carbogel extra, acompanhada de indigestão e dores terríveis no joelho. Comecei a pedir “doações” pelo caminho, e ganhei 1 gatorade e 1 pouco de água. Ao invés de me desesperar, naquele momento, enxerguei a situação como algo positivo. Pensei: “quando chegar no próximo PC, terei completado 1 maratona, com muita dor, muito mal estar e mal suplementada. Isso só vai me fortalecer ainda mais”.

Eram 14km de areia apenas. Eu, as dores e nada. A certa altura fui tomar o gatorade e vomitei. Tomava água e vomitava. Nada parava dentro de mim. Então comecei a pensar como contornar aquela situação. Lembrei da minha nutricionista dizendo que, mais do que seguir à risca o planejamento alimentar, eu tinha que escutar o meu corpo. Portanto, ao invés de me alimentar a cada 30 minutos como planejado, eu decidi me alimentar a cada 45 minutos, para tentar dar mais tempo à digestão.

A sorte foi que o Heitor, que estava fazendo apoio para o Ricardo de bicicleta, pode voltar e me dar um remédio para indigestão e água. Aquilo aliviou um pouco, mas longe de estabelecer o status quo.

Nos momentos de maior desespero, eu entoava meu mantra e lembrava da razão daquilo tudo. Mentalizava que o meu propósito era muito maior que a minha dor, e que havia pessoas maravilhosas (pacientes, amigos e familiares) me esperando na linha de chegada. Era simplesmente inaceitável me render àquela adversidade. Eu seguia a cada passo me fortalecendo mais.

A minha playlist era a mesma dos treinos. Então, ao ouvir as músicas, buscava resgatar tudo que havia passado no último ano me preparando para o desafio, o que aquele gesto representava para os pacientes, quantas pessoas maravilhosas foram colocadas na minha vida, quantas mais se engajaram com o projeto. Lembrava da minha mãe, sempre guerreira, dizendo que ia vencer a Hipertensão Pulmonar, pois ela era muito maior que o pulmão. Imaginava o que ela sentiria ao me ver cruzando a linha de chegada, quão orgulhosa ela estaria se pudesse presenciar isso.

Pouco a pouco, ia avançando, sozinha, refletindo… O mar me traz muita reflexão. Quando minha mãe morreu, eu e meu pai fomos para o RJ passar uns dias, e eu ficava horas na praia, sozinha, olhando para o mar. Como a prova tem muitos trechos à beira mar, foram várias horas refletindo sobre a vida e o propósito daquela corrida.

A cada km, o mal estar físico só aumentava. No km50, eu estava à beira de um colapso: muito inchada, sem conseguir me alimentar, com dores em tudo. Eu não percebia que a minha saúde estava debilitada. Realmente não passou pela minha cabeça que a minha vida poderia estar em risco.

Acho que o fato de não admitir desistir me cegou. Eu sempre dizia que só pararia de correr se morresse. E levei à risca na prova. O meu pensamento sempre foi que aquilo tudo era para honrar os pacientes e passar coragem a eles. Eles não podem desistir, pois a desistência significa a morte. Eu, portanto, não poderia me dar a chance de parar. Eu tinha que vencer os meus limites, assim como os pacientes. Eu sabia que cruzar a linha os faria se sentir amados, representados e daria a eles um novo fôlego para continuar lutando diariamente. Eu precisava proporcionar isso a eles. Fazê-los entender que estou junto nesta luta, de corpo e alma.

Apesar de eu não estar correndo tão rápida, me encontrava muito ofegante. A Marina entrou para ser minha pacer nos últimos 25km e foi me acalmando. A entrada dela foi perfeita, pois pude fazer a maior parte da prova sozinha, com minhas divagações sobre a vida, mas, à beira de um colapso, pude delegar a alguém a preocupação com a prova. Lembro de falar para ela que ditasse o ritmo, e pedi apenas que me entregasse a tempo.

Assim ela foi dando as coordenadas de quando correr, quando caminhar etc. Ela foi me incentivando, sendo solícita aos meus pedidos de água, comida… No km65, eu praticamente não conseguia mais falar. Estalava os dedos quando queria chamá-la e fazia o sinal do que queria: água, comida, baixar o ritmo etc. A dor era tanta que a minha vontade era cair deitada no chão. As articulações todas doíam, especialmente o quadril, pelo fato de ter corrido toda desequilibrada para minimizar a dor no joelho. A pele, de tão inchada (terminei a prova com uns 7kg a mais) parecia que ia rasgar, de tanto que sentia esticada. Era como se o meu corpo não coubesse na minha pele. TUDO doía intensamente, do queixo aos pés, encharcados de lama e chuva.

Diante de tanto sofrimento, eu apenas queria minimizar o tempo para tudo acabar. Mas eu simplesmente não conseguia mais correr. Os joelhos não dobravam, os braços e mãos estavam inchados demais e eu não conseguia fazer o movimento para correr, e os meus pensamentos estavam todos desordenados. Às vezes eu chorava sem perceber, às vezes me perdia nas contas de quantos km faltavam. A sensação que eu tinha era de estar sendo levada, de alguma forma, sozinha, em uma praia cinzenta, chuvosa, sem enxergar o pórtico da chegada. Eu apenas ia, na esperança de, a cada passo, poder enxergar a razão de tudo aquilo: os pacientes.

O infinito da praia era desesperador. As dores eram horríveis. Naquele ponto, já não era mais o joelho ou estômago. Era um mal estar geral, uma rigidez no corpo que, mais tarde, no hospital, descobri se tratar de algo muito sério e letal chamado rabdomiólise. Foi doloroso e inexplicavelmente transformador. Eu não pensei em desistir, mas desejava, a cada segundo, poder enxergar o pórtico de chegada, para poder abraçar todos.

E, assim, vencendo todas as barreiras, ao lado da Marina, que seguia carregando minha água, minha comida e me transmitindo coragem o tempo todo, avistei, de longe, uma pessoa acenando para nós. Era a Cris Uehara, sorridente, feliz. Apesar de eu estar quase inconsciente naquele momento, lembro exatamente das palavras dela: tem um monte de gente te esperando lá. Foi o que bastou para eu entender que eu estava quase “lá”, no fim da jornada, na cereja do bolo, no abraço e no sorriso que tanto sonhei.

Poucos minutos depois, vi o Ricardo, meus amigos e a equipe de apoio, que vieram filmando e correndo comigo. Olhei para o relógio da prova e li “10 horas, 50 e poucos minutos”. Nós tínhamos 11 horas para terminar e chegamos na risca. Foi um alívio.

Quando passei pelo pórtico, desabei a chorar, apoiada na grade. Eu nem tinha visto que os pacientes estavam mais à frente na área coberta. Eu só chorava,acabada, com muita dor, física e emocional. Quando levantei minha cabeça, ouvi uma multidão gritando “Paula, Paula, Paula”. Até hoje choro de lembrar. Lá estavam eles, a razão de tudo, a minha força nos 75km, os pacientes e familiares, que saíram de diversos locais do Brasil, apenas para nos prestigiar. Faltam palavras para verbalizar o que eu senti. A rigidez do meu corpo não me deixava mais dar um passo, a fortaleza da minha mente já havia desmoronado, e eu chorava sem parar. Cada um deles se aproximou para me dar um abraço e agradecer.

Sem dúvida, uma das emoções mais fortes que já senti. A hipertensão pulmonar levou a minha mãe para sempre, mas me trouxe muitas pessoas maravilhosas. Posso dizer que me senti inteiramente amada naquele momento, e só tenho a agradecer por ter tantas pessoas ao meu lado. Não foram apenas pacientes, mas familiares, amigos e pessoas que nem sabiam o que era hipertensão pulmonar até conhecerem o Team PHenomenal Hope Brasil. Não há nada mais incrível do que sentir a força da união e do amor. É transformador, acredite.

História de vida e superação em “Minha Corrida” – Mara Okiyama

Mara Carla de Oliveira Okiyama tem bons motivos para comemorar cada chegada ao término de uma corrida. Persistente, Mara correu atrás de uma vida saudável e chegou lá. É ela quem nos conta sua história de luta e superação. Participe! Mande você também a sua história para: blogdecorrida@gmail.com

Por Mara Carla de Oliveira Okiyama

Minha história de amor com a corrida começou em 2011 depois de um processo grande de emagrecimento após longos anos de sedentarismo e alimentação incorreta.
Quando meu filho mais velho estava com 3 anos de idade percebi que estava ficando muito cansada pelo simples fato de agachar para brincar com ele. Foi aí que resolvi tomar uma atitude e emagrecer. Comecei o processo e perdi 15 kg, estava feliz, mas com o corpo muito flácido e queria muito fazer uma lipoaspiração. Meu marido não deixou e ainda disse que se eu quisesse perder a barriga de verdade que começasse a correr (ele é militar e me ensinou a correr).
No começo não conseguia correr nem 40 segundos e achava que iria morrer! Mas aos poucos fui evoluindo e no meio do ano já tinha feito minha primeira prova de 5 km! Logo fiz 10 km e a vontade de correr mais só foi crescendo. Consegui emagrecer ao todo 27 kg.
Mas, no começo de 2012 eu engravidei de novo e então voltei a engordar. Foram 20 kg na segunda gestação… Parei de correr e não emagreci nada após a gravidez. Quando o bebê parou de mamar (no meio do ano de 2013) voltei pra academia, musculação e novamente pra reeducação alimentar, mas ainda estava muito pesada pra correr. Só no final de 2013 que me inscrevi novamente para uma prova de 5 km, que terminei em 32′.
De lá pra cá não parei mais: já perdi as contas de quantas corridas de 5 e 10 km fiz. Minha maior superação foi completar 2 meias maratonas e o projeto para este ano de 2017 é aumentar o número de meias maratonas no meu Curriculum.

É muito bom descobrir que você sozinha pode alcançar seus sonhos e se desafiar cada vez mais em busca de outros sonhos. ;)

“Minha Corrida”, a história do Diego Almeida

A história do Diego Almeida, 34 anos, de São Paulo é mais um belo caso de superação através da corrida. Vencer o sedentarismo e o costume de não praticar exercícios foi seu maior obstáculo.  Com o apoio da família, ele mudou essa realidade. Veja como Diego deu a volta por cima em busca da felicidade. Participe! Mande você também a sua história para: blogdecorrida@gmail.com

Por Diego Almeida

Em Novembro de 2015 eu pesava 94Kg, meu colesterol estava nas alturas e o sedentarismo me consumia cada dia mais, além de não estar satisfeito com o que via no espelho. Precisava fazer alguma coisa pra me sentir melhor.

Basta de sedentarismo

Resolvi praticar corrida e me apaixonei pelo esporte. Precisava melhorar meu condicionamento, meu tempo, meu corpo, minha vida. Por indicação de amigos, procurei o professor Renato Rodrigues do Centro de treinamento funciona HAKA, que me ouviu e se dispôs a me ajudar. Tudo o que eu planejei nesse um ano eu alcancei, graças aos treinos e ensinamentos adquiridos nesse período. Realizei várias corridas de rua, inclusive a temida corrida de obstáculos Bravus Race, eliminei 14Kg, a saúde está em perfeitas condições e estou sorrindo na minha primeira corrida de São Silvestre. Quando foquei em minha corrida pela vida, deixei o sedentarismo para traz.

Minha vida corrida

Agora eu quero mais, sempre mais e continuo em 2017 com os treinos, planejando minha primeira maratona. Se vai ser possível? Tenho certeza que sim. Encontrei meu caminho e estou feliz assim. Minha vida mudou completamente quando cortei hábitos ruins e troquei por uma atitude e postura mais saudável. Me sinto outro pessoa, mais leve de corpo e alma, mais disposto para todos os desafios que se apresentam. Se você também tem problema de peso e saúde por má alimentação ou sedentarismo, recomendo rever suas atitudes. Tenho certeza que você irá lucrar muito se entrar nessa corrida contra o sedentarismo e por hábitos mais saudáveis.

Eu vou correr 5k com você!

A CORRIDA TROUXE GRANDES AMIZADES PRA MINHA VIDA.

Vamos correr 5k juntos? Eu, Carlo Manfroi, do Blog de Corrida, descobri nesses anos todos de atividade e de escrita que a corrida transforma a vida das pessoas. Há bastante tempo praticando, conheci muita gente legal, no Brasil e no mundo. Gente que mudou completamente sua vida após começar a correr, deixando de fumar, beber e emagrecendo mais de 30 kg com a corrida e uma alimentação equilibrada. Por isso, faço um convite: vamos ficar de bem com a vida e correr 5k juntos? Deixe seu comentário em nossa Fan Page ou escreva um email para blogdecorrida@gmail.com com seu nome, algum contato e cidade. Quando formos aí, entraremos em contato! E se você for de Floripa, manda um alô também. Vamos correr juntos por aqui! Um grande abraço e ótimas corridas!

Abaixo, os 5k com o amigo Adi David Silva.

Mais 5k concluídos, com o amigo César Cupertino!

Com Odinei Rosa, na Beira Mar de Floripa.

Com meu filho Pedro (ueba!), em 15/02/2017.

Com a amiga Silvia Lopes, da equipe Freedom, em 16/02/2017.

Corridas Mountain Do 2017, Praia do Rosa e Costão do Santinho

Ficou na dúvida entre a Praia do Rosa e o Costão do Santinho? Saiba que dá para encarar as duas! Em 2016 fizemos a Praia do Rosa. Veja detalhes e o vídeo!

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Para informações completas, acesse aqui!

Track&Field Run Series Florianópolis 2016 – Resultados

Resultados da Track & Field Run Series Iguatemi Florianópolis 2016: clique e confira!

track_field_run_series_floripa_2016_carlo_manfroi_blog_corridaCorrida nota 10, mais uma vez foi muito bem organizada.

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O Shopping Iguatemi Florianópolis foi reservado exclusivamente para os corredores, das 6h30 as 10h do dia 16 de outubro de 2016.

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Com o Edu Hanada, Loucos por Corrida, minutos antes da largada.

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Track&Field Run Series Florianópolis 2016

DESCONTO DE 10% para leitores do BLOG DE CORRIDA

Código: DE5643947

 

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Vem aí a prova Track&Field Run Series (TFRS) Iguatemi Florianópolis, na bela capital de Santa Catarina. Estaremos lá curtindo esse grande evento com nossos amigos da corrida.

Track&Field é uma prova já tradicional em nosso calendário, e muito bem organizada. O circuito, que é bastante popular por suas largadas e chegadas acontecerem em shoppings centers, terá percursos de 5k e 10k.

A largada acontecerá às 8h e é importante chegar pelo menos com 1h de antecedência para retirar o chip, que garante o monitoramento da participação durante a prova e a cronometragem.

Ambos os percursos passarão pela avenida Professor Henrique da Silva Fontes e avenida Governador Irineu Bornhausen. A diferença é que nos 10 km os atletas dobram o trajeto.

 

Valores dos kits

Kit Atleta Valor de R$ 89,00 – kit Plus Valor de R$ 99,00.

*Virada de lote: Após 09/10/2016

Kit Atleta Valor de R$ 99,00 – kit Plus Valor de R$ 109,00.

Kits

Kit Atleta:

. Camiseta Thermodry® Track&Field

. Medalha Finisher*

Kit Plus:

. Camiseta Thermodry® Track&Field

. Meia Performance

. Medalha Finisher*

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Resumo da programação
Local da prova:
Shopping Iguatemi Florianópolis
Av. Madre Benvenuta, 687 – Santa Mônica

 06:00 – Abertura do estacionamento

06:30 – 07:30 – Entrega de Chip

06:00 às 09:30 – Bloqueio do percurso

07:00 – Alongamento

NOVO HORÁRIO: 07:30 – Largada

09:30 – Premiação

Inscreva-se aqui: INSCRIÇÕES

Global Energy Race 2016

Acompanhe aqui a corrida Global Energy Race Florianópolis 2016 de trás pra frente. Da medalha no peito até os preparativos da organização. (Veja os RESULTADOS no final do post)

Curtindo a chegada com a bela ponte Hercílio Luz ao fundo.

A grande conquista é manter a saúde e hábitos saudáveis, mas a medalha também é show!

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A ponte, símbolo de Santa Catarina, deu um charme especial à prova.

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Hora de abrir um pouco a passada e encontrar espaço. Cada um no seu quadrado.

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Muita concentração, porque é hora da largada!

Chip no tênis, atenção ao percurso e um pouco de bate-papo pra descontrair antes da adrenalina correr solta.

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Retirada do kit na Global Energy Race!

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Veja, abaixo, todos os detalhes da corrida.

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Dia 25 de setembro
Está chegando mais um bonito desafio, uma corrida simultânea para corredores de vários países: a Global Energy Race.

A corrida de rua promovida pelo Grupo Bimbo acontecerá simultaneamente nos 22 países onde a empresa atua. A data tem como objetivo reforçar a importância de um estilo de vida ativo atrelado a uma refeição equilibrada para proporcionar saúde e bem-estar.

Esse ano, no Brasil, a prova acontecerá novamente em Belo Horizonte e pela primeira vez em São Paulo, Florianópolis e no Distrito Federal. Contará com a participação de famílias e atletas profissionais e amadores.

O evento, que promete reunir cerca de 8 mil pessoas, terá mais uma vez Pullman, uma das marcas mais tradicionais do grupo e do país, como representante da corrida. Além disso, nessa edição serão doadas duas fatias de pão por quilômetro percorrido por pessoa para a ONG Banco de Alimentos.

“Ficamos muito felizes com o resultado de 2015, que contou com a participação de 2 mil atletas e amadores em Minas Gerais. Por esse motivo, em 2016, decidimos continuar com a corrida e adicionar mais três locais, para motivar mais pessoas a terem uma vida saudável”, afirma Alejandro Hernandez, diretor de marketing da empresa. “Neste ano, vamos reforçar o nosso comprometimento pela melhor qualidade de vida, fomentando o esporte aliado à alimentação balanceada para todos”, finaliza.

Serão três modalidades: corrida de 5 km e 10 km ou caminhada de 3 km. As inscrições serão feitas pelo site www.globalenergyrace.com. O investimento será de R$ 75 para as corridas de 5 e 10 km e R$ 60 para a caminhada de 3 km. Grupos de corridas terão preços especiais.

Os participantes receberão um kit com camiseta, sanduicheira, dois produtos Bimbo e também a um chip eletrônico que cronometra automaticamente o tempo individual do atleta. Além disso, os ganhadores da prova de 10k, feminino e masculino, poderão correr em Beijing com tudo pago com direito a 1 acompanhante, em 2017. A retirada do kit será feita dos dias 22, 23 e 24 de setembro, nas lojas da Decathlon e Centauro, de acordo com cada cidade.

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Ações Diferenciadas

A empresa preparou várias ativações para a 2ª edição da Pullman Global Energy Race, como: massagem para os atletas após a corrida, acesso gratuito a Internet (Wi-Fi), máquina Smart Click disponível na arena para os participantes tirarem fotos, Espaço Kids com ações diferenciadas para as crianças, café da manhã com produtos Bimbo, distribuição de frutas e Powerade.

A corrida conta com os patrocinadores Powerade e Fox Sports, que transmitirá a corrida ao vivo. Além de divulgar periodicamente chamadas com dicas de saúde para o grande dia.

Outro destaque para essa edição é que a Pullman Global Energy Race, que acontecerá 22 países e 37 cidades, simultaneamente, concorrerá ao Guiness Book.

Serviço
Dia: 25 de setembro de 2016 (Domingo)
Horário: às 7h
Local: Belo Horizonte (Boulevard Shopping), São Paulo (USP – Cidade Universitária), Florianópolis (Av. Beira Mar) e no Distrito Federal (Parque da Cidade)

Endereços
Belo Horizonte: Boulevard Shopping BH – Av. dos Andradas, 3000 – Santa Efigênia, Belo Horizonte – MG, 30260-070
Retirada do kit: Loja Centauro – Avenida dos Andradas, 3000 – Loja 2030 – 2º Piso – Belo Horizonte -MG
Data da retirada do kit: 22/09 (quinta-feira), 23/09 (sexta-feira) e 24/09 (sábado)
Horário: 10:00 às 22:00

Florianópolis:Av. Beira Mar Continental
Retirada do kit: Loja Decathlon – Rodovia José Carlos Daux – SC-401, 3400 – Bairro Saco Grande + Florianópolis-SC – CEP: 88032-005
Data da retirada do kit: 23/09 (sexta-feira) e 24/09 (sábado)
Horário: 10h às 22h

Brasília: Parque da Cidade
Retirada do kit: Shopping Pátio Brasil – Loja: Centauro -Q SCS, Quadra 07, Bloco A, S/N – Lojas 2P Parte Loja P201 – Brasília- DF
Data da retirada do kit: 22/09 (quinta-feira), 23/09 (sexta-feira) e 24/09 (sábado)
Horário: 10:00 às 22:00

São Paulo: USP – Universidade de São Paulo
Retirada do kit: Loja Decathlon – Av. Dqa. de Goiás, 381 – Real Parque – São Paulo-SP – CEP: 05686-001
Data da retirada do kit: 22/09 (quinta-feira), 23/09 (sexta-feira) e 24/09 (sábado)
Horario: 10h às 22h

Inscrição: www.globalenergyrace.com
Valor da Inscrição: R$ 75 (corridas de 5 e 10km) e R$ 60 (caminhada de 3 km)

RESULTADOS:

Conheça todos os ganhadores da corrida de 10k ao redor do mundo:

ASUNÇÃO

Carlos González com o tempo de 30:16

María Verónica Domínguez com o tempo de 35:49

PEQUIM

Julio Antonio Seminario Hernández com o tempo de 33:47

Karina Natalia Fuentealba com o tempo de 36:35

BELO HORIZONTE

Edmilson Dos Reis Santana com o tempo de 30:51

Larissa Marcelle Moreira Quintao com o tempo de 37:29

BRASÍLIA

Flavio Henrique Guimaraes Andrade com o tempo de 34:33

Simonen Nunes Da Silva Almeida com o tempo de 46:28

BUENOS AIRES

Fabián Manrique com o tempo de 29:27

María Luz Tesuri com o tempo de 33:58

CIDADE DO MÉXICO

Elisha Chumo Korir com o tempo de 30:31

Grace Nganga Wambui com o tempo de 35:55

FILADÉLFIA

Chris Mateer com o tempo de 26:22

Kinjal Parikh com o tempo de 33:42

FLORIANÓPOLIS

Diogo Trindade com o tempo de 33:49

Ana Claudia María de Jesús com o tempo de 38:58

GUADALAJARA

Rodgers Gesabwa ondati com o tempo de 32:25

Patricia Úrsula García Sánchez com o tempo de 37:57

CARTAGENA

Juan Pablo Rangel com o tempo de 32:33

Janet Christina López Beltrán com o tempo de 41:46

GUAYAQUIL

Christopher Lee Owen com o tempo de 36:22

Angela Janneth Brito Bravo com o tempo de 37:18

HAMILTON

Blair Morgan com o tempo de 31:05

Victoria Siemon com o tempo de 36:51

LONG BEACH

José Madera com o tempo de 31:59

Taylor Goto com o tempo de 38:51

ORLANDO

Lyubov Denisova com o tempo de 37:30

Raymond McCormack com o tempo de 32:23

MONTEVIDÉO

Martín Cuestas com o tempo de 30:24

Camila Bagnasco com o tempo de 37:51

PEREIRA

Deivis Sánchez com o tempo de 34:24

Ana Julieth Nieto Gomes com o tempo de 44:04

PHOENIX

Boone Ebel com o tempo de 34:06

Bry Lauck com o tempo de 39:40

SAN JOSÉ 

Henry Gómez Montenegro com o tempo de 34:35

Jason Pérez Chacón com o tempo de 37:25

SAN PEDRO SULA

Milton Gómez com o tempo de 37:26

Aldy González com o tempo de 49:29

SANTIAGO

Matías Silva Lastra com o tempode 31:02

Jennifer González Caro com o tempo de 35:57

SÃO PAULO

Andre Albieri com o tempo de 32:56

Genaide Souza de Oliveira com o tempo de 43:34

VERACRUZ

Robert Letting Kiprotich com o tempo de 31:21

Karla Kenya Guzmán López com o tempo de 38:29